Ui, tantos dias sem postar notícias... Últimos dias um tanto quanto corridos – das oito horas da manhã às oito da noite fora de casa, caminhando muito muito muito, só dava tempo pra chegar, tomar um banho e capotar na cama (mas também não sei qual foi a última vez que dormi noites num sono tão profundo..).
Anyway, vou ter que fazer um resumão agora (peguei a prática com esse tipo de coisa no ano passado...) e dividir Amsterdam e Paris em dois posts pra dar uma ideia dos nossos super passeios :D
AMSTERDAM
Chegamos em Amsterdam na terça-feira, dia 19, voando de Basel, uma cidade no norte da Suíça que faz divisa com a Alemanha e com a França as well. Erik (amigo de infância do pai que está há vários anos morando em Amsterdam) nos buscou no aeroporto.
Primeiro dia em Amsterdam foi o dia do passeio mais especial de l
á: a visita aos Jardins Keukenhof. Um paraíso de flores, cores e cheiros abençoado durante a primavera. O cuidado com os canteiros era inacreditável. Muitas tulipas e outras tantas espécies de flores, algumas desconhecidas no nosso país tropical. Um dos lugares mais lindos que eu já vi na vida, se não O mais de todos. Passamos toda manhã ali, deslumbradas e fazendo fotografias incansavelmente.
Voltamos para a cidade (o jardim fica a uma hora de bus) por vo
lta das duas da tarde. A próxima parada foi o Sex Museum, bem no centro da cidade, bem típico de lá por sinal. Praticamente, um museu contando a história da pornografia através dos tempos por meio de fotografias, pinturas e esculturas, várias vezes beeeem explícitas, by the way :| heheh Mas, enfim, cultura geral. De lá caminhamos pela cidade, pensamos em aproveitar o tempo para visitar Anne Frank Haus, mas a fila gigantesca que fazias voltas por quarteirões fez com que deixássemos para o dia seguinte. Acabamos por fazer um delicioso passeio de barco pelos inúmeros canais de Amsterdam ao fim de tarde. Lindo! Para fechar o dia, andamos em uma roda gigante colocada na praça Demrak, linda vista lá de cima (só pensava em mamãe e seu pavor por esse tipo de brinquedo hehe).
Segundo dia, levantamos cedo para tentar pegar menos fila na Anne Frank. Conseguimos um pouco, ficamos lá meia hora antes de abrirem e entramos logo. Uma história tão triste... Quase inacreditável o que se passou com tantas pessoas durante a segunda guerra. Profunda reflexão enquanto fizemos nossa visita. De lá fomos a uma igreja (do Oeste, seria a tradução), passamos pelo museu da Tulipa, uma casinha bem pequenininha à beira do Canal e seguimos para uma “igreja secreta”: aparentemente, uma casa de alguém rico, mas dentro uma igreja com nave e altar e bancos... da época em que apenas a religião protestante era permitida, então o catolicismo, ainda que não proibido, deveria ser mantido assim, escondido.
Seguimos para uma praça junto a um canal, onde pudemos deitar na grama e descansar depois de caminhar um tanto. Ficamos lá, assistindo aos barcos que passavam bem na nossa frente, a uns patinhos e ao pessoal ao redor fumando... De lá, fomos a um mercado de flores enorme e a uma loja de queijos artesanais. Tentando voltar para pegar o Tram, acabamos entrando numa rua e deparando-nos com algo um tanto... incomum, eu diria: não é todos os dias que se veem prostitutas em vitrine. Mais um lembrete de que estávamos em Amsterdam, claro.
Terceiro dia de manhã, também acordamos cedo para não pegar filas quilométricas no Van Gogh Museum. Conseguimos! Como já tínhamos comprado os ingressos, éramos as primeiras da “fila expressa”. Uhu! Um dos museus mais legais que eu já visitei, muito lindo, de um estilo mais simpático que a maioria. De lá, passamos pelo letreiro IAMSTERDAM (pouco turistas nós duas...), subimos nas letras, eu sempre antes da Mikha, pra ver se era possível/seguro hehe. Próxima parada: Red Light District, o bairro principal das prostitutas, dos Coffee Shops e das Sex Shops. Depois fomos ao Flea Market, ou Mercado de Pulgas, comemos batas fritas (um lanche quase tradicional que pode ser encontrado em qualquer lugar que tu passa) e terminamos o dia estiradas na grama do Vondelpark, uma das mais conhecidas praças de Amsterdam.
Quarto dia, dia de ir embora no começo da tarde. Fomos em direção à estação central, de onde pegaríamos depois o trem para Paris, mas, como ainda tínhamos várias horas, paramos no museu NEMO. Ele corresponde ao Museu de Ciência e Tecnologia da PUC, mas é bem maior, com atrações diferentes. Amei demais! Queria ter ficado o dia todo lá, seria fácil... Então, à uma da tarde, pegamos o trem para Paris Nord e nos fomos a mais de 200km/h. Amsterdam foi demais!! Milhões de agradecimentos ao Erik, à Patrícia e ao seu filhinho Andreas, que nos receberam tão bem!
Ufa!!! Que canseira! Não é fácil esta vida de turista... hehe
ResponderExcluirAmsterdam foi nota 10, hein? Sem falar na bagagem cultural que vão levando consigo.
Faço dos teus agradecimentos à Família Bronger os meus sinceros e eternos!
Vamos à Paris!!
E essa foto de moleca bem encima da letra em? hehe
ResponderExcluirando lendo direto teu blog amor! sei que muitas das coisas que tu posta eu ja to sabendo! mas é sempre bom ler e imaginar tudo de novo!
Adoro o fato de estar aproveitando tudo 100%, agora em Barcelona quero sentir que esta nos 110%!
beijos amor! (L)